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segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Obra Foz do Arelho - procedimentos

Terminámos entretanto mais uma obra de piso radiante neste caso na Foz do Arelho. Mais uma vez recorremos aos cabos de aquecimento Ecofloor que nos têm garantido ao longo dos ultimos 9 anos "zero" avarias.





Um dos procedimentos numa instalação de piso radiante eléctrico passa por verificar os cabos de aquecimento após colocação das betonilhas. Esse procedimento consiste na verificação da resistência óhmica de cada cabo de aquecimento de acordo com dados do fabricante e teste de resistência de isolamento com 500V. Garantimos assim que estando tudo operacional nesta fase que a probabiliadde de existirem avarias é muito remota como tem demonstrado o nº de instalações que já realizámos com "zero" avarias.
Nesta obra obtivemos ainda sucesso junto do cliente de forma ao tipo de solução para isolamento térmico de pavimento. Sendo este aspecto essencial numa instalação de piso radiante eléctrico, foram aplicados 3,5cm de isolamento e feito o corte na periferia dos espaços com espuma de polietileno de 5mm e em outros casos com resto de placas de isolamento (XPS).

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Obra nova em soalho pregado e colado

Terminámos mais uma instalação de aquecimento por piso radiante eléctrico.
Neste caso tratando-se de revestimento com soalho pregado optou-se por colocar 3,5cm de isolamento seguidos de 3cm de betonilha nivelada pelos sarrafos previamente chumbados.
Tratando-se de um acabamento em madeira assume particular importância a limitação da temperatura de pavimento, função essa que deverá estar incorporada no próprio termóstato.



terça-feira, 16 de junho de 2009

Garantia...

A garantia que poderá ser "oferecida" ao cliente não poderá ser mais do que aquela que o fabricante dos próprios cabos de aquecimento proporciona e que normalmente se encontra condicionada ao seguimento de determinados procedimentos durante a instalação.

Em todos os fabricantes de cabos de aquecimento existe a obrigatoriedade de realizar determinados registos nomeadamente registo das resistências óhmicas de todos os cabos de aquecimento após primeira aplicação (antes da colocação da betonilha) e após secagem da betonilha isto para averiguar se durante a aplicação da betonilha não existiram cortes ou "ferimentos" nos cabos de aquecimento. Além deste procedimento será ainda necessário realizar o teste de resistência de isolamento (500V) que garante a integridade do cabo de aquecimento no seu todo.
Os valores verificados devem ser registados para referência futura.

Finalmente, e tipicamente, todos os fabricantes obrigam ainda que seja feito um desenho de como o cabo de aquecimento está distribuido com identificação do seu início e fim, seu espaçamento, localização da sonda de pavimento, etc. Normalmente este desenho é substituido por fotografia digital.

Como facilmente se percebe, estes procedimentos, além de garantirem ao cliente que a solução que está a ser instalada está nas devidas condições proporciona também no futuro, em caso de avaria, informação muito útil para que a reparação seja além de mais rápida, mais objectiva.

Como facilmente se conclui estes procedimentos fazem todo o sentido e qualquer instalador que não os execute não estará sem qualquer dúvida minimamente preocupado com o futuro do sistema que acabou de instalar. Um cabo de aquecimento com avaria poderá funcionar durante uma temporada e na temporada seguinte avariar com as consequências que tal facto trás quando poderia facilmente ser evitado cumprindo alguns procedimentos durante a instalação.

Caro cliente não se esqueça que as soluções de piso radiante eléctrico não permitem alterações ou seja, qualquer planeamento errado na fase de instalação terá consequências na fase de exploração e difilmente conseguirá alterar o seu sistema.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Eficiência vs Área Radiador

Entre diversos aspectos que diferenciam o aquecimento por piso radiante de soluções por radiadores passa pela área que estará a permutar energia com o espaço que se pretende climatizar.

Na figura poderemos observar as diferenças na energia transferida para 3 situações: radiador, manta/esteira de aquecimento e cabos de aquecimento.

É evidente que o radiador de parede é o elemento que menos energia transfere para o espaço e que o pavimento com cabos de aquecimento, pelo facto de ocuparem toda a área disponível, é o elemento que mais energia transfere para o espaço. A opção com esteira/manta de aquecimento deverá ser vista como o "do it your self" ou seja, faça você mesmo. Os cabos vêm previamente dimensionados e o cliente apenas terá que "poisar" a esteira/manta de aquecimento no espaço que tem lá em casa, aplicar um cola por cima mais o acabamento final (ex: cerâmico) e está pronto.

É evidente que para uma empresa instaladora que pretende oferecer ao cliente uma solução mais eficiente passará sempre por propor cabos de aquecimento onde o seu dimensionamento será feito em obra ou então aplicar manta/esteira de aquecimento com densidades nunca inferiores a 85W/90W por m2 e nunca superiores a 100W/m2.
Ao utilizar esteira/manta de aquecimento, com a menor área de permuta de energia que lhe está asssociada estará a comprometer um dos aspectos que mais valias trás para uma solução de aquecimento no pavimento. É evidente que do ponto de vista do instalador é muito mais "simpático" esticar a manta/esteira do que estar em obra a dimensionar o cabo de aquecimento e a fixá-lo à solução de isolamento.
No final teremos uma solução que ficará aquém do desejável quando realizada com esteira/manta de aquecimento.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Controlo de temperatura

No caso do piso radiante existem duas temperaturas que importa controlar: a temperatura ambiente e a temperatura de pavimento.
  • No caso da temperatura ambiente o cenário ideal será o de ter duas temperaturas para o ambiente: uma quando se está a ocupar o espaço (ex:20ªC) e outra quando não se está no espaço (ex.17ºC). Associado ao controlo de temperatura, e às temperaturas escolhidas, será importante associar os horários em que pretendemos essas temperaturas. Desta forma poderemos facilmente criar um cenário tipo: ao acordar teremos 20ºC; ao sair teremos 17ºC; no regresso a casa novamente 20ºC; finalmente ao deitar 17ºC.
    Existem ainda termóstatos que antecipam o funcionamento do termóstato adptando-se às variações ma envolvente. Esta característica acaba por ser importante de forma a garantir o conforto desejado no horário desejado.
  • Relativamente à temperatura de pavimento, esta importa monitorizar e limitar (aos 27/28ºC), de forma a evitar cenários de aquecimento brusco onde existam acabamento em madeira ou seus derivados. Acima dos 27/28ºC as madeiras poderão ter comportamento anómalos com consequências por vezes muito graves para o acabamento final.
    Além da limitação da temperatura de pavimento, principalmente quando existem pavimentos de madeira, é importante impôr este limite já que acima deste patamar também deixaremos de ter um local agradável para o utilizador.
Abordámos apenas os termóstatos programáveis mas existem modelos mais económicos não tendo no entanto as funções que descrevemos anteriormente.
No final, quando o cliente analisa o custo final da obra, a opção feita relativamente ao termóstato terá impacto directo no custo final da proposta e por vezes a decisão acaba no termóstato não programável. É importante que o cliente analise cuidadosamente este aspecto já que terá consequências na performance do sistema, no conforto dentro da habitação e inevitavelmente nos custos mensais de exploração.